Gypsy

Fazer a linha cigana urbana está valendo também neste Inverno. O estilo gypsy conquista as fashionistas propondo uma moda de muitas sobreposições, vestidos longos e fluídos e  tecidos com aplicação de pedrarias ou bordados, além de muitos acessórios. Tudo isso norteado por um clima libertário, fazendo jus a uma vida nômade, reflexo de um mundo 100% globalizado.

Têca coleção Outono Inverno

Têca coleção Outono Inverno

Para entrar no clima de Inverno, prefira uma paleta de tons mais escuros, pois dialogam bem com a estação. Mas não podemos abrir mãos também das cores mais vibrantes, inerentes a estética do povo cigano.

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Acessórios também são fundamentais para fidelizar o estilo. Colares, muitas pulseiras, e anéis e maxi brincos são capazes de deixar a produção bem antenada. Outra peça tem que ter no estilo são as medalhinhas. Presas em colares, customizadas em shorts, trazem a tona a estética desejada

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Mas nem só de vestidos longos vive o estilo Gypsy. Você pode eleger combinações trendys usando tomara que caia mais saia longa, tricots, coletes, chapéu de aba larga ou eleger um headband hype para chamar de seu. O importante é soltar a cigana que têm em você e mandar ver nas combinações.

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Dragão Fashion começa hoje em Fortaleza com desfiles de estilistas baianos

Começa hoje, em Fortaleza, uma das temporadas de moda mais criativas e movimentadas do país. O Dragão Fashion Brasil (DFB), em sua a 15ª edição, mantém o compromisso de destacar a moda autoral e faz isso através de uma programação intensa, composta por 41 desfiles, dezenas de workshops, oficinas e palestras, distribuídos em quatro dias.

As coleções serão apresentadas em três salas montadas no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, na capital cearense. A Sala Negra será reservada para grandes nomes da moda nacional e internacional, como o baiano Vitorino Campos, além de Mário Queiróz, Lino Villaventura, Ivan Aguilar e da grife de beachwear Água de Coco por Liana Thomaz.

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Vitorino Campos

A Sala Quartzo ficará com as marcas jovens, já a Sala Branca, em formato de arena, reunirá a novíssima geração de criadores, que leva o selo Aposta DFB, e a Seleção Nordestina, formada por estilistas com trabalhos focados nas raízes nordestinas.

 

A BAHIA NO DRAGÃO

Além de Vitorino, mais três baianos estão no line up dessa edição do evento: Em sua segunda participação no DFB, Aládio Marques vai apresentar logo mais, às 19h30, looks femininos inspirados nas descobertas marinhas do cientista Ernst Haeckel.

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Aládio Marques

Às 21h, é a vez de Jeferson Ribeiro – também pela segunda vez no evento – levar a coleção Libelo para a passarela. A partir do mote “a politização do corpo e o direito de usá-lo para nos expressar” uniu elementos da obra do arquiteto Vilanova Artigas e do poeta-ativista Carlos Marighella, ambos atuantes contra a repressão durante a ditadura militar.

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Jeferson Ribeiro

Amanhã, às 18h30, será a vez de Carol Barreto mostrar Fluxus V15, uma coleção que trata do legado da Diáspora Africana, propondo uma provocação sobre os valores sociais da contemporaneidade.

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Carol Barreto

E TEM MAIS

Sob a batuta do diretor criativo Claudio Silveira, o DFB discutirá o universo do vestuário também fora da passarela através do projeto Dragão Pensando Moda, fruto da parceria do evento com o Senac/CE. Uma das palestras mais aguardadas será a da fotógrafa finlandesa Liisa Jokinen, que abre as discussões com o tema Sreet style e Moda bem sucedida em Mercados Alternativos.

O DPM conta ainda com duas mesas redondas sobre moda contemporânea brasileira e economia criativa e cursos, como os de acessórios com fios e texturas e origami em tecido, e o de inteligência competitiva na moda, entre outros.

A cobertura completa do evento, você confere aqui no site.

Gabriela Cruz

Estilo retrô com colete e suspensório

O homem atual pode muito bem explorar de forma mais criativa os clássico do seu armário. Por exemplo, os coletes e suspensórios retornaram com força total e existem formas de usá-los que resultam em looks descolados e elegantes.

O colete de alfaiataria é tradicionalmente a terceira peça de um terno, junto com o terno e a calça, todos em mesmo tecido. Mas desmembrado do conjunto vai bem com uma camisa social manga longa, ou a curta, até camiseta. A gravata é opcional.

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Agora quem curte um ar mais jovial, pode experimentar usá-lo com bermuda. Uma camisa social , ou camiseta fazem bom combo. O colete pode até ser jeans para quebrar com a formalidade Para acentuar a estética vintage, que tal investir num chapéu, ou na gravata?

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Os suspensórios segue também essa linha retrô urbana. Os mais bacanas são os finos. Eles tanto podem vim para prender com botão, ou com uma espécie de clipe metálico. Quando for vestir um, não se esqueça que eles dispensam o uso do cinto, caso contrário ficaria muito sobrecarregado o visual.

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O ideal é que ele tenha uma cor que dialogue com a roupa, num tom sobre tom, ou em contraste. Ele foi feito para ficar a mostra e não como antigamente quando permanecia escondido sobre o blazer.

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Importante também é ajustar a altura do suspensório para que ele não puxe demais a calça, ou bermuda. Camisetas surradas ou camisa de manga curta dão tom ainda mais casual.

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Vamos experimentar rapazes?

Por Leo Amaral

 

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